A preservação dos recursos hídricos é essencial para a manutenção da vida na Terra. A água deve ser tratada corretamente, da sua captação até o descarte, para que não haja prejuízo e danos ao meio ambiente. Nas áreas rurais, o problema da contaminação por substâncias tóxicas se amplia por causa da agricultura, do uso irregular de agrotóxicos, dos erros de captação e a falta de rede de esgoto. Para sensibilizar as comunidades rurais a tratar a água adequadamente, a APLYSIA estará presente no Seminário de Capacitação “Utilização da Água no Meio Rural”, promovido pela Prefeitura de Anchieta, no dia 24 de março. A pesquisadora em inovação tecnológica da APLYSIA, Dra Aline Campagna Fernandes, será palestrante do evento e vai falar sobre o impacto dos agrotóxicos no meio ambiente. O Seminário vai abordar temas como a recuperação de mananciais, tratamento de esgoto e descartino adequado do lixo.
P
Lytechinus variegatus, é uma espécie de ouriço do mar muito utilizada pela APLYSIA na realização deensaios ecotoxicológicos. Eles são considerados como bons organismos teste por causa da sua sensibilidade e pela facilidade na obtenção de gametas. Mas, qual a importância da realização dos ensaios ecotoxicológicos? 1) Avaliar se o efluente lançado é prejudicial ao meio e em que proporção. Assim, é possível saber se há componentes tóxicos no efluente e qual a diluição necessária para reduzir a toxicidade a um nível não prejudicial; 2) Avaliar se a Resolução CONAMA n° 357 está sendo atendida; 3) Conhecer o grau de toxicidade de um produto químico e saber como ele deve ser utilizado; 4) Comercializar produtos químicos com segurança e atender às exigências das indústrias que, antes da compra, pedem laudos de toxicidade. A APLYSIA realiza testes com o ouriço Lytechinus variegatus, para identificar e avaliar a ecotoxicidade crônica de amostras líquidas de efluentes industriais, óleos e dispersantes, petróleo, amostras ambientais, entre outras. Por se tratar de um ensaio crônico, os efeitos na sua reprodução e/ou desenvolvimento são observados. O resultado, quando apresenta efeito tóxico, é percebido por meio do retardamento no desenvolvimento embriolarval e/ou ocorrência de anomalias nos organismos expostos. Clientes como Petrobras, OSX Estaleiros, Analytical Solutions, Karcher Indústria e Comércio utilizam o organismo teste Lytechinus variegatus nos ensaios ecotoxicológicos realizados pelaAPLYSIA. Conheça outros organismos utilizados para realização de ensaios ecotoxicológicos: CLIQUE AQUI. Saiba mais sobre a importância dos ensaios ecotoxicológicos: CLIQUE AQUI. Por Karina Mendes – Pesquisadora em Biologia Ambiental do Laboratório de Ecotoxicologia da APLYSIA
O organismo possui uma carapaça esverdeada, e espinhos variando do verde até púrpura arroxeada. Eles se alimentam de macroalgas e possuem o hábito de recobrir-se com detritos vegetais (pequenas conchas). São comumente encontrados na zona entre marés até cerca de 20 m de profundidade, da Carolina do Norte (EUA) até a costa sudeste do Brasil. Vale lembrar que os testes são realizados nos estágios embrionários e larvais, pois constituem as fases mais sensíveis do ciclo vital da maioria das espécies. Essas fases são críticas para o crescimento normal dos ouriços e sensíveis para detectar efeitos contaminantes em ambientes marinhos.
Os maus hábitos das pessoas estão levando o ambiente à degradação, e essa também é a causa da deterioração da nossa saúde. Quanto mais resíduos tóxicos e elementos químicos forem parar na natureza, mais problemas como doenças infecciosas e pandemias iremos enfrentar. Segundo um estudo realizado pelo médico infectologista Alex Botsaris, autor do livro “Medicina ecológica”, não adianta investir milhões em remédios. As doenças vão continuar a aparecer e sua incidência vai crescer. Para amenizar o problema da saúde humana é importante, então, dar um basta na crise ambiental que o planeta enfrenta. Mudar os hábitos das pessoas e, em decorrência disso, a condição ambiental, é um processo lento e difícil. Mas, com consciência, podemos evitar o que o infectologista previu para os próximos 20 anos: o risco de parte de a humanidade ser dizimada por uma poderosa doença infecciosa, que pode aparecer por causa na poluição e contaminação acumuladas durante décadas no ambiente. O que as pessoas podem fazer? Começar mudando seus hábitos! Reciclar o lixo, fazer coleta seletiva, não jogar lixo no chão,destinar adequadamente o lixo tóxico, evitar o desperdício e a contaminação da água, reduzir a emissão de gases tóxicos (usando mais a bicicleta em vez do carro, por exemplo), reduzir o consumo de energia elétrica e consumir alimentos com menos embalagens, para gerar menos resíduos. O que as empresas podem fazer? Avaliar e tratar adequadamente seus efluentes, para que os resíduos não contaminem a água de rios, oceano e lençóis freáticos; destinar adequadamente seu lixo e certificar-se de que está sendo levado ao local ideal, conscientizar seus funcionários a praticar ações sustentáveis,monitorar os elementos químicos resultantes do processo de produção, para que o ambiente não seja contaminado.
Quer viver com saúde? Busque deixar o meio ambiente saudável. As doenças e epidemias que emergem em todo o mundo, na maioria das vezes têm ligação com a qualidade do meio ambiente. Se ele está contaminado, fica inadequado e agressivo à nossa saúde, fazendo a qualidade de vida humana despencar e nos deixando vulneráveis a todo tipo de doenças.
Estamos cercados por produtos industrializados e todos os dias consumimos mais embalagens, produzimos mais lixo e descartamos elementos que já foram parte da natureza. Alguns materiais demoram anos, décadas e até milênios para se decompôr naturalmente, então todo o lixo rejeitado pela humanidade vai parar em algum lugar. Os lixões e aterros sanitários recebem toneladas de entulho e resíduos que são descartados todos os dias. Só que, com o aumento da quantidade de lixo gerado, mais lugares viram depósito de sujeira. É preciso lembrar que nem todo o lixo é destinado corretamente. No Brasil, existem regiões onde ainda não há coleta de lixo. Também têm locais em que os resíduos vão parar nos rios, ou então existe coleta, porém as pessoas não têm consciência e jogam seu lixo em qualquer lugar. O resultado disso são grandes bolsões de sujeira, que se formam no planeta. O lixo que vai parar no oceano levado pela água dos rios ou pelo vento segue um caminho determinado pelas correntes marítimas, e fica acumulado no meio do Pacífico. Onde era pra ser um lugar bonito e cheio de vida marinha, é um redemoinho de entulho que prejudica a beleza e a vida do local. Veja na reportagem a seguir como o homem está transformando o oceano em um lixão a céu aberto:
Mais sobre o lixo: Rota da reciclagem: Mostra como reciclar caixas Tetra Park e locais de coleta seletiva próximos à sua casa. Lixo: Fala sobre coleta seletiva, compostagem, gestão de resíduos e troca de informações sobre práticas sustentáveis. Recicloteca: Incentiva as pessoas a refletirem sobre seus hábitos e aponta ações para melhorá-los. Coleta seletiva: A importância de fazer a separação de resíduos e o caminho do lixo reaproveitado. Eco design: Reaproveitamento do lixo para fazer peças de decoração e design.
A Norma ISO 17025 não é apenas uma certificação. Ela serve para comprovar que um laboratório executa suas atividades com precisão, garantindo que o resultado final seja de alta qualidade. Antes de uma empresa ser acreditada pela ISO 17025, ela passa por várias auditorias. Técnicos especializados visitam a instituição para comprovar, por meio de documentações e vistorias, se o laboratório está apto a realizar testes e ensaios com exatidão. Um laboratório certificado pela Norma pode comprovar sua capacidade de obter resultados exatos nos testes e ensaios. Para conseguir a certificação, vários procedimentos rígidos devem ser seguidos pela empresa, o que demanda maior investimento. Quando um laboratório não está habilitado com a Norma pelo INMETRO, desconfie: a chance de o resultado estar errado é alta, já que não há como comprovar se os equipamentos estão calibrados corretamente ou se existem padrões de qualidade sendo seguidos na realização dos testes. Por que contratar um laboratório ISO 17025? Ao contratar um serviço de laboratório, o objetivo é utilizar os resultados dos ensaios para saber se uma determinada área está sendo afetada, qual é a causa do problema e a sua solução. É claro que, ao contratar determinado serviço, a finalidade é obter um resultado muito próximo da realidade. Por isso temos a certificação do INMETRO, para que ao fim de um teste, cheguemos ao resultado correto. Funciona como um exame de sangue: se for realizado em um laboratório pouco confiável, o resultado pode estar errado. Ou o teste é repetido (se for no mesmo local, a dúvida quanto ao resultado permanece) ou a pessoa não vai saber o que realmente está acontecendo em seu organismo. Você faria um exame em um laboratório que não te dá a certeza de como está sua saúde? A certificação serve justamente para que não haja dúvidas quando o resultado final é alcançado. Existem poucos laboratórios certificados pela ISO 17025. O laboratório de ensaios ecotoxicológicos da APLYSIA é o único do Espírito Santo com a acreditação. O pequeno número de instituições com a certificação se deve à dificuldade em seguir as normas rígidas impostas pela ISO 17025, os serviços terceirizados só podem ser realizados por empresas que também são acreditadas pela Norma e o investimento por parte das empresas para se adequar aos requisitos necessários é alto. Um exemplo são os materiais de laboratório, que devem ser calibrados com exatidão – há ocasiões em que o valor investido para calibrar algumas peças é superior ao que é gasto com a própria peça. Esses investimentos são feitos para garantir que o resultado seja rigorosamente exato, e não haja desvios que comprometa sua qualidade. Laboratórios de outros Estados Brasileiros já enviaram representantes para visitar a APLYSIA e observar as competências e requisitos para implementar a ISO 17025. Com um sistema de qualidade e gestão bem estabelecido, quem contrata um serviço pode ter a certeza de que o resultado estará correto.
Laboratório de ensaios ecotoxicológicos da APLYSIA, o único do Espírito Santo acreditado pela Norma ISO 17025
Quando são jogados em locais inapropriados, estes materiais representam um risco para a saúde humana, podendo afetar regiões do cérebro e órgãos vitais. Além disso, as substâncias presentes no lixo são bioacumulativas, podendo permanecer no ambiente durante décadas. Se destinadas incorretamente, as pilhas e baterias vão parar em lixões comuns ou aterros sanitários. O perigo de contaminação do solo e lençóis freáticos é grande, e o contágio acaba se estendendo por grandes áreas. O que posso fazer para evitar que isso aconteça? Existem postos de coleta específicos para baterias e pilhas usadas. Quando for jogar um celular ou qualquer objeto movido à pilhas ou baterias no lixo, é preciso separar a parte reciclável (e fazer a coleta seletiva) e destinar adequadamente a parte potencialmente tóxica. O Banco Real possui um projeto de coleta de pilhas e baterias usadas, uma alternativa de descarte para quem não sabe onde jogar este tipo de lixo. De lá, o material deve ser levado até aterros industriais especiais para resíduos químicos perigosos. Na APLYSIA há um posto de coleta, onde os colaboradores podem jogar suas pilhas e baterias inutilizadas. Lembre-se: coloque sempre seu lixo no lugar adequado, ajude o meio ambiente e evite danos à saúde humana!
Estes objetos podem parecer inofensivos, mas a bateria do seu notebook ou celular e as pilhas usadas em vários tipos de eletrônicos portáteis representam um grande risco para o meio ambiente. Por serem confeccionados com substâncias como zinco, mercúrio e carbono, as pilhas e baterias são consideradas lixo tóxico.
Mais que um prêmio, o MPE Brasil é um importante instrumento de avaliação, e atesta a qualidade dos serviços e excelência em gestão de uma empresa. A APLYSIA foi campeã do Prêmio MPE Estadual 2010, eestá recebendo os auditores para avaliação na etapa Nacional, na categoria Serviços. O MPE Brasil é promovido pelo Sebrae, Movimento Brasil Competitivo (MBC), Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), Gerdau e Confederação Nacional da Indústria (CNI).
O “MPE Brasil – Prêmio de Competitividade para as Micro e Pequenas Empresas” reconhece as empresas que são modelo em gestão e produtividade, e funciona como um incentivo na busca de melhorias na gestão dos negócios.
Um dos grandes problemas ambientais que o Brasil enfrenta provém da produção e distribuição de energia elétrica. Segundo dados do IBGE, este país tropical comporta uma população de mais de 190 milhões de pessoas, que enfrentam dias de calor na maior parte do ano. A geração de energia no país é feita, em sua maioria, por hidrelétricas. Para acompanhar a demanda de energia e o crescimento das cidades, as usinas precisam ser ampliadas e outras novas são construídas. O problema é que grandes áreas verdes são alagadas, causando impacto na fauna e flora da região. Toda a matéria presente na área inundada fica submersa, apodrecendo e liberando gases nocivos à camada de ozônio. O povo brasileiro tem hábito de tomar banho pelo menos uma vez por dia, e, para enfrentar o calor, eletrodomésticos como ar condicionados e ventiladores são amplamente utilizados. Estes gastos refletem não apenas na conta de energia, mas também no meio ambiente: quanto mais gente, mais aparelhos são ligados e aumenta a necessidade de ampliar as fontes de eletricidade. Para amenizar o impacto ambiental e economizar na conta de energia, não é preciso desligar todos os aparelhos. Basta ter consciência de utilizá-los apenas quando for preciso, desligando-os em seguida. Também existem outras formas de energia, que podem ser aproveitadas. O Brasil, por exemplo, possui um potencial muito grande para o uso de energia solar, já que o sol brilha na maior parte do ano por aqui. Só que pouca gente utiliza essa tecnologia: a instalação das placas solares pode ter um custo alto, mas o valor logo é recompensando com a economia de eletricidade. Para ajudar a diminuir os gastos com energia e conservar o planeta, a APLYSIA dá algumas dicas:
O mercado de rochas ornamentais movimenta a economia brasileira e leva nossos produtos para outros países, alavancando o volume de material destinado à exportação. O Espírito Santo, além de líder na produção nacional de rochas, é referência mundial quando se trata de mármore e granito. As rochas capixabas correspondem a mais de 70% das exportações do Brasil. Para mostrar ao mundo o que temos a oferecer, a capital do maior Estado produtor de rochas ornamentais será o cenário da Stone Fair 2011, a 31ª Feira Internacional de Mármore e Granito. A APLYSIA estará presente na Feira, unida às empresas do Grupo de Internacionalização e em parceria com o SEBRAE-ES. Quem visitar a Stone Fair 2011 poderá conhecer nossos produtos e serviços e saber mais sobre o Projeto de Internacionalização das MPE Capixabas. A APLYSIA Tecnologia para o Meio Ambiente e o Grupo de Internacionalização (F Gran Mármores e Granitos, Nicola Marcenaria e Design, Metalone Metalurgia, Apiário Fiorin, Eco.lógica Design, Angrazul Granitos e Jacqueline Chiabay Couros e Tramas) esperam sua visita! Informações:
Vitória Stone Fair 2011
Data: 15 a 18 de fevereiro
Local: Pavilhão de Carapina
Parque de Exposições Floriano Varejão – Rodovia do Contorno
BR 101 Norte – Carapina – Serra – ES – Brasil
CEP 29161-064
Horário: 13h às 20h
Onde encontrar a APLYSIA: Espaço Exporta + Marítimo
Transformar o lixo em algo útil sempre foi um desafio. Mesmo com inúmeras opções que ajudam a diminuir a sujeira no planeta, como realizar a coleta seletiva e destinar adequadamente os materiais reaproveitáveis, é preciso ter criatividade e idéias inovadoras para levar a mensagem da reciclagem às pessoas e fazê-las entender e praticar ações que diminuam o volume de lixo no ambiente. Em vez de serem jogados fora, alguns materiais podem se tornar utilitários dentro de casa:garrafas pet, por exemplo, já se transformam em vassouras em vários lares brasileiros. O artesanato criado a partir do lixo é uma iniciativa que traz economia, pois substitui objetos que seriam comprados, e auxilia na diminuição dos detritos jogados no meio ambiente. Quando a criatividade é unida à sustentabilidade, o lixo também pode virar luxo. Para contribuir com a conservação do planeta e passar uma mensagem de conscientização, a designer Isabela Castello aderiu à reutilização dos materiais e comercializa suas peças naEco.Lógica Design, uma loja virtual especializada em eco-design. Objetos de decoração, quadros e móveis são confeccionados usando apenas materiais que seriam descartados. O resultado de produzir materiais a partir do lixo é satisfatório, nos dá a possibilidade de economizar e até lucrar. É possível ter conforto sem desperdiçar os recursos naturais. Para quem não tem idéia de como pode reaproveitar seus materiais, existem vários tutorais que ensinam, passo a passo, o que fazer com diversos tipos de resíduos, transformando-os em objetos bonitos, úteis e ecologicamente corretos. Você sabia? - Garrafas pet podem virar até tecido! Já existem lojas que comercializam roupas feitas com material reciclável. Se buscarmos alternativas, podemos diminuir a quantidade de matéria prima extraída da natureza, conservar os recursos do planeta e ainda se livrar do incômodo e poluição causados pelo lixo!

